Opera Capital e Banco BS2: uma parceria estruturante para ampliar o crédito com escala e consistência no Brasil

16/01/2026

No mercado de crédito, especialmente quando falamos de pequenas e médias empresas, o que separa iniciativas promissoras de negócios realmente sustentáveis não é só a velocidade de crescimento: é, acima de tudo, a capacidade de operar com estabilidade, previsibilidade e estrutura de longo prazo.

Nesse cenário, a parceria estratégica entre a Opera Capital e o Banco BS2 ganha ainda mais relevância. Mais do que um acordo entre duas instituições, trata-se de um movimento que consolida maturidade e fortalece a base para a expansão nacional do crédito, com foco em empresas que precisam de capital de giro para crescer.

A Opera Capital, securitizadora especializada em crédito para pequenas e médias empresas, passa a contar com o Banco BS2 como provedor exclusivo de recursos para seus Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). Com isso, na prática, a Opera fortalece a capacidade de ampliar sua operação com um parceiro bancário consolidado, alinhando expertise operacional e funding estruturado.

Além disso, essa parceria nasce com uma ambição clara: movimentar mais de R$ 10 bilhões até 2027, com potencial de dobrar esse volume conforme novas operações forem estruturadas e consolidadas.

Por que esse acordo é “estruturante” e não apenas uma parceria comercial

O mercado está acostumado a ver parcerias que soam bem no marketing, mas que não mudam a realidade da operação. No entanto, o que faz a parceria Opera + BS2 ser diferente é o seu efeito direto no que realmente sustenta o crédito em escala: o acesso contínuo e confiável a recursos, com previsibilidade.

Crédito para pequenas e médias empresas não é um assunto simples. Na prática, o que trava o crescimento de muitas empresas não é falta de cliente, nem falta de produto. Em vez disso, é a oscilação de caixa causada por prazos longos de recebimento, sazonalidade, aumento de custos e necessidade de manter a operação rodando.

Por isso, quando uma empresa busca capital de giro, ela não está “comprando dinheiro”: ela está comprando tempo, fôlego e estabilidade para não perder competitividade.

Para que uma operação de crédito funcione com consistência, especialmente com foco em PMEs, é preciso unir três coisas:

  • capacidade de análise e originação (entender quem precisa e quem tem perfil)
  • modelo robusto de operação e controle
  • funding estruturado e escalável, que permita crescer sem depender de improviso

É justamente aqui que a parceria com o Banco BS2 se encaixa: ela reforça a base necessária para a Opera ampliar sua atuação mantendo o que importa no mercado financeiro — ritmo com responsabilidade.

A Opera Capital já opera com lastro: carteira ativa, clientes e experiência real de mercado

Outro ponto que dá força a essa parceria é que ela não acontece “no começo” da Opera. Pelo contrário, ela acontece quando a empresa já tem uma operação real, madura e testada.

Com sede em Jaraguá do Sul e em Curitiba, a Opera Capital possui uma carteira de mais de R$ 8,4 bilhões em antecipação e cerca de 4,2 mil clientes, com foco em soluções de capital de giro. Esses dados ajudam a entender que a empresa já construiu presença e experiência prática em um dos segmentos mais exigentes do mercado: crédito para PMEs.

Além disso, o modelo da Opera se destaca pela operação via FIDCs, uma estrutura que não existe por acaso: na verdade, ela é usada justamente para trazer mais segurança e eficiência para a operação, com regras claras e governança de mercado.

Ou seja: a Opera já tem esteira, controle e operação. Dessa forma, a parceria com o BS2 entra como o passo seguinte: ganhar mais escala sem perder consistência.

O papel do BS2 na parceria: funding, solidez e capacidade de suportar crescimento

Quando um banco se posiciona como provedor exclusivo de recursos, ele não está apenas “apoiando uma operação”. Na prática, ele está assumindo um lugar central na sustentação da estratégia de crescimento dessa estrutura.

O Banco BS2, sediado em São Paulo, entra como um parceiro que soma capacidade bancária e estrutura para suportar expansão nacional. E isso é decisivo, porque, no crédito, não basta ter demanda. A demanda existe. O desafio, porém, é atender bem e com continuidade, sem instabilidade.

Essa exclusividade fortalece a capacidade de financiamento da Opera para negócios em todo o país — e isso conversa diretamente com o plano de escala apresentado pela própria parceria: superar R$ 10 bilhões até 2027, com potencial de dobrar.

Esse tipo de meta não se sustenta com narrativa. Em vez disso, sustenta-se com:

  • parceiros fortes
  • funding robusto
  • operação madura
  • governança compatível com crescimento

O que essa parceria comunica para o mercado

EExiste um tipo de confiança que nenhuma empresa conquista na força do discurso. Ela vem quando o mercado percebe que aquela operação:

  • não depende de um único “pico” de crescimento
  • tem estrutura para manter entrega e previsibilidade
  • tem governança para operar em escala sem ruído

A parceria Opera + BS2 é um sinal claro dessa maturidade.

Porque ela mostra que a Opera não está apenas se expandindo: ela está fazendo isso de forma estruturada, com uma base que permite crescer com consistência e visão de longo prazo.

Esse é um ponto que importa muito para PMEs. Quem empreende no Brasil não quer apenas crédito “liberado”. Na prática, o empresário quer previsibilidade: saber que vai conseguir seguir operando, planejando e crescendo sem ficar refém de instabilidade.

Expansão nacional: crédito com capilaridade e presença real

A Opera também se diferencia por não ser uma operação “fechada” em um único eixo. Presente em todo o Brasil, ela conta com mais de 80 comerciais em 8 estados, o que reforça um modelo que combina tecnologia com atendimento próximo.

Isso é importante porque crédito não é só número: é contexto. E é justamente por isso que contexto se entende com presença, relacionamento e leitura real do mercado local.

Essa forma de crescimento — com expansão e base operacional clara — é, portanto, o tipo de sinal que reforça confiança do mercado e mostra maturidade de execução.


Uma parceria que fortalece um ecossistema, não apenas uma operação

Outro fator que dá densidade a essa história é que a Opera não atua isolada: ela integra o Ecossistema Financeiro da Global Estratégias Financeiras, reconhecida como a maior recuperadora de crédito do Brasil.

Isso posiciona a Opera dentro de um hub mais amplo de soluções digitais para financiamento, cobrança e recuperação de crédito — ou seja, uma operação com visão de cadeia completa, não apenas originação.

Quando o mercado observa uma empresa que constrói esse tipo de integração, junto a um banco como o BS2, entende que não é um movimento pontual. Ao contrário, é um caminho de fortalecimento estrutural.


Uma visão clara de futuro, com execução no presente

O CEO da Opera Capital, Gustavo Roweder, resume esse momento com uma frase que traduz bem o peso dessa parceria:

“A parceria com o BS2 é um marco que vem potencializar o nosso compromisso de impulsionar negócios por todo o Brasil. Juntos, vamos acelerar oportunidades, conectar talentos e fortalecer o nosso ecossistema, que será ainda mais próspero e dinâmico”.

A negociação do acordo foi conduzida de perto por ele e seus sócios, Jackson André de Sá e Silvano Boing. Do outro lado, pelo BS2, participaram Rodrigo Pentagna Guimarães, diretor executivo comercial, e Vinicius Bandeira de Mello, head de M&A e Corporate Development.

COMPARTILHE